13/05/2026 12h27

Projeto integra educação, assistência social e música no Centro Prisional Feminino de Cachoeiro

Alunas do Centro Prisional Feminino de Cachoeiro de Itapemirim (CPFCI), participaram do projeto “Dia Mundial da Educação: o papel da educação integrada à assistência social”, desenvolvido durante duas semanas, entre os meses de abril e maio. A ação envolveu aproximadamente 70 estudantes e teve como foco a reflexão sobre educação, cidadania, direitos e inclusão social.

A iniciativa foi realizada em sala de aula, durante as aulas de Língua Portuguesa conduzidas pela professora Pâmela da Cunha Almeida, com acompanhamento da pedagoga orientadora Mara Cristina Hernandes Garbellotto e da assistente social Simone Machado Pereira Catani.

Durante as atividades, as alunas produziram poemas relacionados à temática proposta e participaram de momentos de escuta musical e reflexão, com canções voltadas ao ato de aprender. Entre as músicas trabalhadas esteve “Tente Outra Vez”, de Paulo Coelho e Marcelo Motta, interpretada por Raul Seixas.

A proposta buscou integrar educação e assistência social, abordando temas como reconhecimento de direitos, cidadania, inclusão e enfrentamento de situações de vulnerabilidade. Na última quinta-feira (07), o projeto contou também com apresentação musical de integrantes da Orquestra Rochativa, com violino, flauta e violoncelo.

Mara Cristina Hernandes Garbellotto, é pedagoga da escola Jequitibá Rosa, que funciona dentro da unidade prisional ressaltou o papel da escola no ambiente prisional. “A escola traz para o ambiente prisional um pertencimento e uma leveza que fazem com que nossas alunas se sintam acolhidas. Trazer a música clássica fez com que todas vivessem sensações desconhecidas por elas, que só a música é capaz de oferecer”, afirmou.

A diretora do Centro Prisional Feminino de Cachoeiro de Itapemirim, Mikeli Patta Catein, avaliou que ações educacionais contribuem para o processo de ressocialização. Segundo ela, a integração entre educação e assistência social fortalece a autoestima, o senso crítico e as perspectivas de reintegração social das reeducandas.

A atividade utilizou canções, vídeos e produção textual como recursos pedagógicos, possibilitando momentos de reflexão sobre trajetórias pessoais, direitos e superação de obstáculos relacionados ao contexto prisional.

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